Tag: Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular
Idosos não conhecem os sintomas de estenose aórtica
Estudo indica que em Portugal cerca de 82% das pessoas com mais de 70 anos desconhece doença de estenose aórtica. Devido à importância dos médicos de medicina geral e familiar no esclarecimento, a campanha “Corações de Amanhã” vai estar no congresso médico em Albufeira.
Cardiologia de Intervenção na prevenção do AVC
Dia Nacional do doente com AVC assinala-se a 31 de março, um momento para refletir sobre uma patologia que é a principal causa de morte e de incapacidade permanente em Portugal. Uma doença que pode ser prevenida lembra o Cardiologista de Intervenção, Lino Santos.
Mudança nos estilos de vida pode prevenir angina de peito
Angina de peito, os sintomas, o diagnóstico e o tratamento são explicados por João Brum Silveira, presidente da Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular (APIC). O médico indica que o mais importante é prevenir, e isso passa por mudança no estilo de vida.
Estenose aórtica é desconhecida pela população sénior
Estenose aórtica é uma doença grave desconhecida pela população sénior. 82% da população portuguesa com mais de 70 anos nunca ouviu falar da doença que afeta, nestas idades, mais de 30 mil. Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular promove informação.
Estenose aórtica afeta 32 mil portugueses
Estudo revela que a maioria dos portugueses com mais de 70 anos não conhece os fatores de risco das doenças cardiovasculares e apenas 18,3% referiu ter ouvido falar de estenose aórtica. Uma doença que afeta 32 mil portugueses.
Ricardo Seabra Gomes, que fez primeira angioplastia coronária, é homenageado
Ricardo Seabra Gomes revolucionou a cardiologia de intervenção em Portugal. Este médico pioneiro que em 1984 vez a primeira angioplastia é homenageado pela Associação Portuguesa de Intervenção Cardiovascular.
Procedimento médico previne AVC em doentes com fibrilhação auricular
Medicamentos anticoagulantes são usados para prevenir AVC em doentes de risco com fibrilhação auricular, mas estes medicamentos aumentam o risco de hemorragia, e são em muitos casos desaconselháveis. Eduardo Infante de Oliveira apresenta, neste seu artigo, uma alternativa.