A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o Colégio de Comissários Europeus descolam-se à Índia, a 27 e 28 de fevereiro de 2025, para reunir com o Primeiro-Ministro Narendra Modi e o Governo indiano.
Como descreve a Comissão Europeia é uma das primeiras do Colégio de Comissários no início do novo mandato, o que como refere, realça o forte impulso nas relações UE-Índia e enquadra-se numa nova agenda estratégica da UE com a Índia. Para a Comissão Europeia a visita é importante para reforçar os laços em áreas-chave vitais como a segurança da Europa e da Índia. A India desempenha um papel geopolítico e geoestratégico importante num relacionamento com a Rússia e a China.
“Nesta era de intensa competição geoestratégica, a Europa representa abertura, parceria e dimensão. Procuramos aprofundar os laços com um dos nossos amigos e aliados mais fiáveis: a Índia. A Europa e a Índia são parceiros com ideias semelhantes, unidos pela convicção partilhada de que a democracia serve melhor o povo. É por isso que uma das primeiras visitas da nova Comissão é à Índia. Estamos empenhados em reforçar a nossa parceria estratégica para promover o comércio, a segurança económica e cadeias de abastecimento resilientes, juntamente com uma agenda tecnológica comum e uma cooperação reforçada em matéria de segurança e defesa”, afirmou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der leyen.
A Comissão Europeia anuncia que durante a visita, o Colégio de Comissários e o governo indiano realizarão uma sessão plenária, presidida por Ursula von der Leyen e por Narendra Modi. Os Comissários Europeus também terão reuniões individuais com os membros do Governo Indiano, e entre outras reuniões, a Presidente da Comissão Europeia e o Primeiro-Ministro da Índia farão uma reunião bilateral.
Entre os objetivos da visita está um impulso para a colaboração na transição digital, nas tecnologias limpas e verdes, no comércio e no investimento, mas também incluirão a colaboração em infraestruturas públicas digitais e a sua compatibilidade, bem como a resiliência de cadeias de valor importantes e a cooperação em questões de comércio global.